Primeiro hospede o arquivo
Um QR Code não guarda arquivos — ele guarda no máximo alguns milhares de caracteres. O que ele carrega é o endereço do PDF, então o arquivo precisa estar em algum lugar acessível na internet antes.
As opções mais comuns: o próprio site da empresa, o Google Drive com o link liberado para "qualquer pessoa com o link", o Dropbox, o OneDrive ou qualquer hospedagem de arquivos.
Depois de hospedar, teste o link numa janela anônima do navegador. Se pedir login ali, vai pedir login para o seu cliente também — e o QR Code vira um beco sem saída.
Google Drive: o detalhe que quebra
O link que o Drive copia por padrão abre a tela de visualização do Drive, que em celular às vezes pede o app. Funciona, mas não é o mais direto.
Se você quiser que o arquivo abra imediatamente, troque a parte final do link do Drive de /view para /preview, ou use a opção de link de download direto. Vale testar as duas formas no celular antes de imprimir.
PDF que muda com o tempo
Cardápio muda de preço, manual ganha versão nova, catálogo troca de coleção. Se o endereço do arquivo mudar, o QR Code impresso morre.
A saída é manter o mesmo endereço e substituir o arquivo por cima, mantendo o nome. Em site próprio isso é simples. No Drive, use a opção "gerenciar versões" para subir o arquivo novo no lugar do antigo — o link continua o mesmo.
Vale também deixar o PDF leve. Cardápio de 30 MB abre devagar no 4G do restaurante, e a pessoa desiste antes.
Usos que valem o papel
Cardápio na mesa e na porta. Manual de instruções na embalagem, no lugar do papelzinho dobrado. Ficha técnica na prateleira. Catálogo no stand de feira. Bula, laudo, certificado de garantia. Material de apoio em sala de aula.